Alto risco de IST com depilação a laser frequente e total

Três quartos dos participantes já haviam removido os pelos pubianos, mais mulheres (84%) do que homens (66%). Destas pessoas, 17% eram depiladoras extremas e 22% depiladoras muito frequentes. No geral, as pessoas que depilaram eram mais jovens, mais sexualmente ativas e tiveram mais parceiros sexuais no ano ou durante a vida. O número de parceiros de depiladores extremos foi o mais alto. Em relação aos meios de depilação a laser, o barbeador elétrico foi a ferramenta preferida para os homens, enquanto para as mulheres foi mais a navalha manual. Uma em cada cinco tesouras usadas. As mulheres usavam cera com mais frequência do que os homens. No total, 13% dos participantes (943 pessoas) declararam já ter contraído alguma IST (herpes, HPV, sífilis, gonorreia, clamídia, HIV) ou caranguejos. No geral, a depilação a laser foi associada a um risco aumentado de 80%. A intensidade e a frequência da depilação a laser tiveram um papel importante: entre os depiladores extremos ou muito frequentes, sua prática de depilação a laser foi associada a um risco multiplicado por um fator de 3,5 a 4, principalmente para infecções que ocorrem por contato com a pele (herpes, HPV). Para os caranguejos, em geral, a depilação a laser foi associada a um risco maior, mas a depilação a laser extrema e muito frequente não foi associada ao risco. De fato, a depilação a laser reduz a quantidade e o comprimento dos pelos pubianos e, portanto, reduz o risco de caranguejos.

depilação laser Contagem Minas Gerais